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sábado, 2 de abril de 2016

Ministério Público e Município discutirão melhorias para a Rede de Atendimento à Mulher

                  O debate será em prol de melhorias no atendimento
                            às mulheres em situação de violência

Imperatriz -Nesta segunda-feira (4), a partir das 14h30, no auditório do Fórum Henrique de La Roque Almeida (prédio anexo), será realizada uma reunião para discutir e buscar soluções para melhorar os serviços de atendimento às mulheres em situação de abusos e violência doméstica. 

O objetivo da ação é implantar melhorias no atendimento multidisciplinar, bem como discutir investimentos na capacitação de profissionais e estrutura dos órgãos que prestam atendimento à mulher na região tocantina.

A reunião contará com autoridades e representantes do Poder Judiciário (Vara Especial de Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher); Ministério Público do Estado do Maranhão (MP/MA); Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE/MA);  Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher ( DEAM); Secretaria de Políticas Públicas ara Mulher (SMPM);  Centro de Referência e Atendimento à Mulher (CRAM), Casa Abrigo e representantes de movimentos sociais.

Segundo a coordenadora do CRAM, Sueli Brito Barbosa, o objetivo central da reunião é estabelecer um protocolo de fluxo de atendimento à mulher em situação de violência doméstica e fortalecer ainda mais as propostas apresentada pela rede. “Desde o início do ano houve um aumento do número de atendimentos de mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Portanto, nosso objetivo maior é procurar soluções para melhorar esses atendimentos junto aos órgãos competentes” declarou.

A reunião da Rede de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres é um momento em que os órgãos prestadores de atendimento às mulheres em situação de violência se reúnem com o objetivo de discutir problemas pertinentes a cada órgão. Tem por finalidade debater as dificuldades encontradas no cumprimento das ações de proteção e facilitar as dificuldades encontradas no cumprimento das ações de proteção, bem como facilitar o trabalho de atendimento nos crimes de violência contra a mulher.

             Fonte: Francisco Lima, Ascom




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