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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Procon-MA protesta contra fechamento de agências do Banco do Brasil





São Luís - O Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Maranhão (Procon/MA) emitiu, nesta terça-feira (22), nota de repúdio contra ação do Branco do Brasil que visa o fechamento de 402 agências em todo o país, sendo 13 no Maranhão, além de 31 superintendências regionais e transformação de 379 agências em postos de atendimento, caracterizado como um retrocesso para as relações de consumo do estado. Para coibir essa prática, o órgão ingressará com Ação Civil Pública, impedido que direitos fundamentais sejam violados. Confira a nota completa no site www.procon.ma.gov.br

Na contramão das fiscalizações semanais do Procon/MA, que multou, este ano, em mais de R$ 3 milhões somente o Banco do Brasil, o fechamento das agências demonstra descaso com os consumidores. Diariamente, o cliente que procura esse serviço enfrenta grandes filas para conseguir atendimento, além de enfrentar problemas como falta de dinheiro nos caixas eletrônicos e infraestrutura precária.

Fatores como esse, para o Procon\MA, comprovam a urgência da expansão do serviço, maior qualidade de atendimento e contratação de novos funcionários para atender a demanda. Somente de abril a junho deste ano, o Banco do Brasil teve um lucro de R$ 2,46 bilhões, reafirmando o ganho trimestral sem o devido investimento na melhoria dos serviços oferecidos ao público.

Segundo o presidente do Procon/MA e diretor dos Procons Nordeste, Duarte Júnior, o serviço bancário é essencial aos consumidores e deve ser garantido em qualquer circunstância. “O Procon/MA se posiciona contra essa ação do Banco do Brasil, uma das instituições financeiras mais importantes do país, tendo em vista que esta prática fere o direito do consumidor e prejudica a economia do estado. Através da Ação Civil Pública buscamos, mais uma vez, combater a precariedade do serviço bancário impedido o fechamento das agências”.

Duarte Júnior destaca que a atitude do Banco do Brasil prejudica diretamente a economia do Maranhão, principalmente nos municípios do interior onde existem poucas agências bancárias e o uso do dinheiro em espécie ainda se sobrepõe ao uso de cartões de crédito e débito, e afeta, assim, muitos consumidores que precisariam, muitas vezes, se deslocar para municípios vizinhos.

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